A prostituta é muitas vezes vista como uma infratora social; a transgressão, porém, é uma atitude daquele que sabe que a realidade o ultrapassa. A prostitução, pode ser, assim, comprendida como o inquisidor da “ordem oficial”; um possibilidade invertida de ser revelar. O bordel é o lugar onde os homens se refugiam e se libertam do sistema regulador. No en tanto, a pressão social e as normas reduzem a preostituta a um corpo assiujeitado e inferior, ainda “queimada como bruxa”, apedrejada quando ousa romper com as estruturas e o discurso falocêntrico. Juliana de Jesus Amorim Pádua: Da alegoria a carnavalizaçao do corpo prototuido |